O Senhor me parece
uma criança a me sorrir
sem fim,
tamanha é a alegria
que sinto
sem razão alguma.
E fico sem saber
o que fazer
aqui sozinha
ouvindo música
e pensando nele -
com essa vontade
incontrolada
de sair dançando
e sentindo o Teu Amor
que nunca tem fim.
Viver contigo,
Amor que me alegra,
é uma festa.
Mas logo tu me lembras,
sempre,
do irmão que
logo ali
sofre.
É esse o espinho cravado na carne.
Nenhum comentário:
Postar um comentário