Do fundo do sono
em que descanso em Tuas mãos,
vejo as iniquidades do mundo.
em que descanso em Tuas mãos,
vejo as iniquidades do mundo.
E ainda assim, descanso em Ti.
Mas os rios de sangue e dor
atravessam os sonhos e a pele.
Protegida por Ti, inteira em mim
e no amor que a Ti confio,
imploro-te que me expliques.
E me assombro ao ver também em Teus olhos o horror.
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